A vida imita a arte ou a arte emita a vida?


Uma das ferramentas que uso no meu trabalho de consultoria de imagem é o Moodboard ( um quadro com recortes de imagem que a cliente se identifica e ama), para analisar seu perfil, cores e preferencias, pois acredito que nosso corpo e consciência são perfeitas e já sabem tudo o que necessitamos para criar mais beleza e harmonia. Em todas as análises são levadas em consideração todos os aspectos físicos e emocionais de forma muito particular, por isso me chamou a atenção esse trabalho do fotografo francês Stefan Draschan.



O fotógrafo em seu último trabalho “People Matching Artworks” (algo como “Pessoas combinando com obras de arte” em tradução livre), desenvolveu um trabalho impressionante de muita paciência. Embora as fotos tiradas pareçam ser perfeitamente pensadas e ensaiadas, Stefan precisou esperar que visitantes do museu aparacessem com roupas que combinassem com os quadros expostos, mostrando dessa forma, que nossa atração é maior por coisas que já temos dentro de nós, que amamos e nos identificamos.








O fotógrafo gosta de frequentar diferentes museus para tirar suas fotos. Seu trabalho conta com registros em Paris, Viena e Berlim — onde ele esperou pacientemente por seus modelos. Os visitantes foram escolhidos por conta de seu estilo, barba, cabelo ou peça de roupa. O resultado é muito legal e faz a gente se questionar: a vida imita a arte ou a arte imita a vida?


Saiba mais no site de Stefan ou no blog dedicado ao projeto:

https://peoplematchingartworks.tumblr.com/


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